Ovídio Barbosa de Araújo

O Czar do Senadinho
TRAILER FILME

SINOPSE

Ovídio Barbosa de Araújo, o czar do Senai, nasceu no povoado Sapucaia, em Atalaia, Alagoas, em uma propriedade repleta de fruteiras, de uma baixada brejada que hoje breja suas memórias.

Aos 9 anos, em 1946, chega a Arapiraca, indo morar na Rua do Sol, logo mudando-se para a quadra de Manoel André, em uma casa que também era uma bodega chamada Boa Vista, de propriedade de seu pai, José Tino de Araújo.

A Rua do Comércio era um esplêndido recanto, envolvido pelo manto verde da natureza, pelo colorido das plantas, das flores e pela sintonia do canto dos pássaros. Rotinas inesquecíveis e memoráveis tradições: era na simplicidade desta época que residia a felicidade, em retratos do cotidiano que embalaram sua infância. Brincadeiras e estudos, onde, com alegria e leveza, os pensamentos formavam uma época memorável no verdor desta fase da inocência, aflorada ao longo dos anos.

Em 1947, já assistia aos filmes de caubóis no Cine Leão, o “Poeirinha” do Manoel Leão. São doces recordações. O menino Ovídio levou muitos “bolos” no Instituto São Luiz, mas, quando perdeu seu pai, viu a necessidade de se firmar na vida. Recebeu o convite do professor Pedro Reis e, em 1953, foi nomeado professor auxiliar; em 1954, tornou-se professor titular.

Atualmente, é morador do bairro Primavera, outrora parte da área do Sítio Guaribas de Baixo e do Sítio Cacimbas. A região pertencia a Francisco de Paula Magalhães, neto de José Veríssimo de Macedo e sobrinho de Esperidião Rodrigues. Francisco foi o pioneiro na cultura do fumo. Entre seus filhos, Agapito Magalhães foi proprietário da Fazenda Primavera; Manoel de Paula Magalhães, da Fazenda Seridó; e Lino de Paula Magalhães, da Fazenda Ouro Preto.

Nas décadas de 1940 e 1950, foram surgindo loteamentos na área da antiga Fazenda Primavera e em demais propriedades dos Magalhães. Dessa forma, o bairro Primavera assim foi denominado.

Ovídio trabalhou no Banco da Bahia, no Armazém do Noel Simplício, na Avenida Rio Branco, e possui uma longa história no Quintella Cavalcante. Nesta terra, produziu riquezas através do cultivo do saber. É um dos grandes baluartes da educação, além de um grande ser humano que incrementou o progresso do lugar, espalhando o conhecimento pelo extenso horizonte. Assim, tornou-se uma das raízes de Arapiraca.

 

 

FICHA TÉCNICA

Idealização e direção Ricardo Nezinho | Entrevistado Arapiraquenses, 5ª Edição  | Entrevistador Aldo CS | Local da gravação Arapiraca/AL | Data de Lançamento 17 de outubro de 2021 | | Produção executiva Ricardo Nezinho, Sandro Ferreira, José Sandro, Aldo CS, Davi Salsa | Historiador José Sandro | Diretor de Produção Aldo CS | Filmagem e Fotografia Sandro Ferreira |  Técnico de som Sandro Ferreira, Cledivaldo de oliveira | Colaboradores Isve Cavalcante, Fábio Barros, Bruno Nunes, Suely Mara Lins Melo | Projeto gráfico Duende CS | Trilha de abertura Marcos Sena, Jovelino Lima | Artista plástico Marcelo Mascaro.

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